Bem-vindo(a) à Linha Podológica. Aqui poderá expor as suas questões e obter informações úteis sobre Podologia, a ciência da área da saúde humana responsável pela investigação, prevenção, diagnóstico e tratamento dos problemas de saúde do pé e das suas repercussões no corpo humano.

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Este blog foi feito a pensar na saúde e bem-estar dos seus pés. Espero que lhe seja útil! Compostos por 26 ossos, 33 articulações, 20 músculos e mais de 100 ligamentos, os pés são o alicerce de todo o corpo, e é deles que depende o equilíbrio do aparelho locomotor. A saúde e o bem estar dos nossos pés deve ser mais do que uma simples preocupação estética e requer os cuidados especializados de um Podologista.
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Quarta-feira, 25 de Maio de 2016
Unha Encravada – Onicocriptose
O que é?

Quando a unha penetra na carne junto ao dedo estamos perante uma unha encravada.

A pele forma uma barreira, mas como a unha não pára de crescer e é mais dura, penetra na pele causando dor e inflamação. Nos casos mais severos pode originar infecção com pus e sangramento.

De uma forma geral é mais frequente afectarem o primeiro dedo, mas podem afectar os outros dedos também.

 

Qual é a causa?

 O mau corte: corte excessivamente curto das unhas ou cortar os cantos é a principal causa de unha encravada.

Pessoas activas e desportistas são particularmente atreitas a sofrerem de unha encravada, porque transpiram mais (o que facilita o amolecimento e a quebra das unhas), também estão mais sujeitas a traumatismos e micro traumatismos capazes de lesarem as unhas.

Os jovens que mexem mais nas suas unhas têm mais probabilidade de adquirirem unha encravada, do que as pessoas mais velhas, que não conseguem alcançar os seus pés facilmente.

As pessoas mais velhas que têm unhas muito grossas ou afectadas por fungos, são mais sujeitas a terem unha encravada.

Sapatos e meias apertados podem também empurrar a carne dos dedos junto das unhas, levando a que encravem na pele.

Excesso de transpiração e não mudar o tipo de calçado, concentra mais humidade, o que torna as unhas mais moles e por isso partem mais ficando mais sujeitas a encravar.

Existem outros factores tais como a postura, a forma como anda, deformações do pé como o joanete, dedos em garra ou em martelo, pronação excessiva do pé (queda do pé para dentro), entre outros.

 

Pode ser grave!

 Se deixarmos a unha encravada sem tratamento, a infecção pode alastrar a outras zonas do pé. Quanto mais rapidamente tratar a unha encravada menos a infecção se instala e menos dor tem com o tratamento.

 

O que posso fazer?

 Em primeiro lugar deve aprender a cortar as unhas de forma correcta. Não deve usar corta unhas, nem tesouras, pois não têm formatos de corte apropriados para os dedos e podem cortar excessivamente a unha ou até cortar a carne.

O melhor é usar um alicate de pontas rectas.

Devemos cortar as unhas de forma recta sem cortar ou arredondar os cantos. Os cantos das unhas devem permanecer visíveis e passar por cima da carne.

As unhas devem ser cortadas depois do banho quando estão mais finas e suaves.

Uma boa higiene, como trocar de meias todos os dias, optar por meias de fibras naturais como o algodão, ajudam a manter a integridade das unhas.

No verão use o mais possível sapatos abertos e arejados ou sandálias.

Se é diabético não faça auto tratamentos, como desencravar as unhas a si próprio.

 

O que o podologista pode fazer por si?

Se a unha encravada não for grave o tratamento passa pela simples remoção da espícula, desinfecção e assepsia do local.

Se houver infecção (granuloma) poderá ser necessário a aplicação ou toma de um antibiótico e ou antininflamatório. 

 

Pode não se tratar de uma verdadeira unha encravada, mas sim de helomas periungueais (calos que crescem junto da unha), se assim for o podologista procede à remoção dos calos e se a unha estiver grossa ou encurvada, poderá rebaixá-la e direccioná-la.

 

Quando a unha encravada se torna crónica e de difícil resolução com os tratamentos mencionados, o seu Podologista/Podiatra poderá recomendar que faça uma correcção cirúrgica da unha. Trata-se de um processo de reeducação ungueal definitivo que remove entre 8 a 10% da unha. Deixando-a normalizada, sem possibilidade de encravar.

 
O arrancamento total da unha pode provocar alterações na matriz ungueal que frequentemente provocam deformações ou ausência definitivas da lâmina ungueal.

Após o arrancamento de uma unha os tecidos dos bordos periungueais podem 'invadir' o espaço da lâmina ungueal, que quando nasce novamente encrava ainda mais facilmente.


 

 O arrancamento ou ablação total da unha são totalmente desaconselhados, excepto em situações especiais como em casos de neoplasias, infecções fúngicas com descolamento da lâmina ungueal entre outras.

 

Joana Azevedo,

 Podologista


publicado por Dra. Joana Azevedo às 14:16
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Quinta-feira, 19 de Maio de 2016
Podologia, Podologistas - onicomicoses - Novo tratamento laser para fungos nas unhas

As onicomicoses (micoses que afectam as unhas), devem-se à presença de fungos nas unhas que, tal como na pele, originam alterações no local onde se encontram.

 
Nas unhas é frequente observarmos que estas ficam mais grossas, com aspecto envelhecido, com coloração diferente, que pode ser esbranquiçada, amarelada, etc. Pode apresentar-se descolada do leito, ou apresentar depósitos “farinhentos” que frequentemente cheiram mal.
Com o avançar da patologia é frequente a unha encravar. Em estados avançados da doença o crescente engrossamento da lâmina ungueal pode dificultar o uso de sapatos fechados podendo provocar dores e mal estar constantes.
 
O tratamento local desta patologia não é complicado nem doloroso se tratado por um podologista. Na maioria das vezes demora entre 6 e 8 meses. Nos casos mais avançados pode demorar um ano ou mais até à cura completa. Nos estados iniciais de onicomicose pode demorar menos de 6 meses, mas são casos mais raros.
 
Este é o tempo necessário para que a unha cresça na totalidade, já que cresce apenas cerca de 2mm por mês e é fundamental manter o tratamento até à completa substituição/regeneração da unha afectada.
 
O tratamento só é eficaz se juntamente com o tratamento farmacológico forem feitos tratamentos podológicos mensais, bimensais ou trimensais dependendo do grau de afectação das unhas.
 
Os tratamentos de onicomicose consistem no rebaixamento das unhas, procedimentos de limpeza e reeducação ungueal, este último processo é fundamental para garantir o correcto crescimento da unha sem que encrave ou perca o seu trajecto e configuração normais.
O arrancamento das unhas bem como a eliminação da matriz para que a unha não cresça mais (matricectomia total), não são tratamentos de eleição para este tipo de patologia.
 
 Este é um processo que requer técnicas e meios específicos, pelo que o recurso a um podologista é fundamental para que possa receber o tratamento adequado, ser esclarecido e aconselhado sobre o tratamento que deverá seguir em casa de forma continuada até ao fim do tratamento.

O tratamento com antifúngico tópico passa pela aplicação do tratamento, em forma de verniz, creme ou spray, nas unhas afetadas. Normalmente eficaz em infeções iniciais. Em unhas muito afetadas não é eficaz, principalmente se o fungo já atingiu a matriz ungueal- células que produzem a unha. A absorção do tratamento por parte da unha é reduzida.

Atualmente existem tratamentos a Laser, que permitem diminuir substancialmente o tempo de tratamento. São tratamentos inovadores e uma alternativa eficaz, indolor, sem efeitos secundários e rápida para o tratamento da onicomicose.

Tratamento a Laser para fungos nas unhas (onicomicose)

Habitualmente o tratamento a laser é feito em 3 sessões, com intervalos de 15 dias a 1 mês entre elas.
Ensaios clínicos demonstram que após o primeiro procedimento, mais de 70% dos casos apresentam melhorias, aumentando para 90% a taxa de sucesso do tratamento com mais de 2 sessões.

Vantagens do tratamento a laser:
pode ser realizado em grávidas e no período de amamentação
pode ser realizado em pacientes polimedicados
indolor
resultados rápidos
boa adesão à terapêutica, sem abandonos no decurso do tratamento, por ser bastante rápido.

A clínica Parque do Estoril (219236381) já disponibiliza este tratamento aos seus pacientes.

 

Joana Azevedo

Podologista



publicado por Dra. Joana Azevedo às 13:48
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Segunda-feira, 2 de Maio de 2016
Podologia, Podologistas - Porque é que os pés incham?

 Caminhar, passar muitas horas sentado numa viagem ou de pé podem desencadear edemas associados à circulação sanguínea geralmente de fácil recuperação mas, com o passar dos anos, as causas podem ser uma insuficiência renal ou cardíaca.

Como o Dr. Vicente Palomo, responsável da Área de Patologia Cardiovascular da Sociedade Espanhola de Médicos Gerais e de Família, explicou ao ABC,  a causa mais comum da inchação dos pés é a insuficiência venosa mas estes edemas surgem mais quando existem varizes, imobilização ou quando se usam meias que comprimem esta zona.

Quando os sintomas são pernas pesadas, ardor, prurido, a pele das extremidades inferiores fica mais fina e mais seca do que o normal e apresenta queda de pelo, o que se conhece como dermatite ocre, existe uma insuficiência venosa, a aparência do pele torna-se um claro indicador para o diagnóstico, destaca o especialista.

Isto acontece muito no verão, por causa do calor. Dá-se uma vasodilatação devido à acumulação de água e sódio no espaço entre as estruturas venosas e a pele.

Diabetes, hipertensão, colesterol e a idade predispõe as pessoas aos edemas, bem como a toma de alguns fármacos vasodilatadores, como os usados em caso de hipertensão. Ainda assim, ficar com os pés inchados é algo comum que afeta muitas mulheres saudáveis.

Mas este excesso de líquidos no organismo também se pode dever a problemas renais ou cardíacos. O coração pode não estar a impulsionar bem o sangue, fazendo com que se acumule nas extremidades inferiores, aumentando a pressão venosa. Os rins também podem não estar a conseguir realizar todo o processo de filtragem, levando à acumulação dos líquidos.

O excesso de líquidos no organismo também se pode dever a uma tromboflebite ou surgir durante a gravidez.

Seguir uma dieta com pouco sódio, não usar roupa apertada, praticar exercício físico, ou duches de água fria podem ajudar a prevenir os edemas.

Fonte: 'noticias ao minuto' Vânia Marinho



publicado por Dra. Joana Azevedo às 10:42
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Sexta-feira, 1 de Abril de 2016
Os benefícios da parte estética no calçado especializado

Aqui fica um artigo bastante interessante com apresentação da autora para a linha podiátrica/podológica do canal sapo saúde. Espero que seja do interesse de todos os podologistas e leitores da linha.

Cumprimentos,

Joana Azevedo

Podologista

 

O meu nome é Catarina e tenho 33 anos. Sou apaixonada por sapatos e desde cedo que senti a necessidade de desenhar os meus. Desta paixão resultou um curso, Design de Calçado e Marroquinaria. Infelizmente em Portugal ainda não existe uma licenciatura de Design de Calçado, então optei por tirar o curso de Design Industrial e posteriormente o mestrado em Design do Produto no IPCA. No mestrado tive a oportunidade de me debruçar sobre a minha área de eleição e em 2010 comecei um projeto que culminou na minha dissertação " A Melhoria do Design de Calçado numa Perspetiva Inclusiva". Desde então este tem sido o meu foco de trabalho, o projeto foi até à penúltima fase do concurso da Acredita Portugal, já esteve inserido no programa Passaporte para o Empreendedorismo e no programa Acelera+.

Em 2006, quando tirei o curso de Design de Calçado apercebi-me que nem todas as pessoas têm oportunidade de escolher os sapatos de que gostam, e que por outro lado, outros têm uma infinidade de escolha mesmo à mão. O porquê disto acontecer é que não me convenceu até hoje, como tal resolvi levar este estudo mais além e em 2010 comecei a desenvolve-lo na minha dissertação. A investigação da dissertação para além de estar sustentada por questionários e entrevistas a um público feminino com patologias ao nível do pé, contou com a colaboração de Podologistas e Ortopedistas.

Autora: Catarina Ravara Mendes

Designer do produto, Especializada em Design de Calçado e Docente no curso de Design de Calçado ministrado pelo IPCA

[1] Dissertação “ Mellhoria do Design de Calçado Numa Perpetiva Inclusiva “.

 

Os benefícios da parte estética no calçado especializado.

De acordo com a Society of Chiropodists & Podiatrists cerca de 80% da população adulta tem algum tipo de patologia no pé.

No entanto, existem pessoas que ainda não detectaram este problema, ou porque ainda não sentem dores, ou porque até já se habituaram a ter dores ao nível do pé e não procuram auxílio médico. Num centro de fisioterapia referiram, que os pacientes não estão informados, pois ainda existe falta de informação acerca do calçado a utilizar, estes também desconhecem a existência de dispositivos clínicos simples que existem para minimizar as dores de patologias como esporão de calcâneo ou de um pé cavo.

Além desta realidade existe ainda outra lacuna no calçado, pois a ergonomia e a estética ainda não se completam ao ponto de satisfazer as necessidades dos utilizadores. O calçado deve ser fisiologicamente adequado de forma a não ser prejudicial à saúde do pé, para isso é necessário que seja leve, flexível, tenha frentes amplas, caixa ampla, seja antiderrapante e respirável.

De acordo com o estudo elaborado na dissertação [1] a parte estética do calçado especializado ainda é apontada como o principal fator do descontentamento das utilizadoras, principalmente do sexo feminino. Algumas mulheres a recusam-se a utilizar este tipo de calçado pela sua estética e outras porque desprezam a sua conotação “ortopédica”. Em consequência desta decisão agravam as suas patologias e se não podem mesmo passar sem eles e os utilizam, sentem-se diminuídas socialmente, uma vez que a sua opção de escolha é denunciadora do problema.

O calçado tem um grande significado e simbolismo associado e desde os tempos remotos, que se verifica que têm uma forte influência na sociedade, história e cultura, estes são indicadores de tribos urbanas, exercem um grande poder, pois transmitem personalidade, ideais, desejos e uma atitude.

Este produto faz parte do estilo, da construção de uma identidade, as pessoas gostam de ter calçado que transmita a sua maneira de ser ou de estar, que transmita os seus gostos. No entanto quem utiliza ou deveria utilizar o calçado especializado ainda não têm completo acesso aos benefícios que a parte estética pode trazer.

A estética sempre teve um papel fundamental na aparência dos produtos, pois a primeira impressão e o simbolismo a eles associado provocam uma emoção, o que o faz querer adquirir um produto mais facilmente. A estética não é uma futilidade, é um fator importante, uma vez que o utilizador procura a sua imagem num produto que tem um forte simbolismo social, por isso tem a função de elo, que aproxima pessoas que partilham os mesmos gostos ou estilos.

Se o produto em causa for um sapato, o grau de importância da estética é ainda maior, pois os sapatos representam a construção de um estilo pessoal, estes intensificam uma identidade que se quer transmitir.

São tantas as imagens e as tendências de sapatos de salto alto e sapatos “elegantes”, com frentes estreitas associadas a imagens sensuais, que inevitavelmente levam as pessoas a querer adquirir este produto, o que prejudica a sua saúde física e a autoestima daquelas que não podem utilizar este tipo de calçado.

É realmente importante que todos tenham o mesmo acesso às tendências de moda, e neste momento quem tem problemas ao nível do pé ainda não o tem. Apesar de já existirem vários esforços, estudos e projetos nesse sentido, ainda há um longo caminho a percorrer. A moda tem um forte valor na sociedade e se os seus padrões forem numa direção saudável e universal poderemos abranger de forma inclusiva todos os cidadãos.

 

 

 



publicado por Dra. Joana Azevedo às 14:24
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Quinta-feira, 3 de Março de 2016
Podologia/Podologistas - Factos e curiosidades sobre pés

 

2. Entre 75 e 80% da população adulta tem algum problema nos pés.

 

3. Todos os anos a população feminina perde 44 milhões de dias de trabalho devido a dores nas costas, causadas pelo uso de saltos altos e sapatos inadequados. Na realidade, as mulheres têm cerca de 4 vezes mais problemas nos pés do que os homens, sendo o uso de saltos altos um dos factores que mais contribui para este problema.

 

4. Sabia que os nossos pés são a zona do corpo com mais glândulas suduríparas por centímetro quadrado? Os pés possuem 250000 glândulas suduríparas que produzem mais de dois decilitros de suor por dia!

 

5. 20% da população considera os pés a zona menos atraente do seu corpo.

 

6. Porque é que as mulheres têm mais problemas nos pés do que os homens?

Um estudo americano chamado 'Se o sapato lhe servir, use-o' concluiu que 9 em cada 10 mulheres usam sapatos demasiados pequenos para o tamanho dos seus pés e que acima dos 60 anos 70% das mulheres terão problemas osteoarticulares nos seus pés.

À medida que envelhece, os seus pés tendem a alongar e a alargar, mas poucas mulheres gostam de os medir a partir dos 20 anos.

Os problemas nos pés aparecem maioritariamente, aos 40, 50 e 60 anos, no seguimento de décadas de utilização de sapatos mal dimensionados.

Há autores que referem que devemos usar calçado com comprimento, cerca de 2cm mais do que o nosso pé. Desta forma há mais espaço para os dedos e evitam-se as deformações dos mesmos. 

Se a pressão social sobre os aspecto das mulheres e o tipo de sapatos 'aceitáveis' mudasse, haveria muito menos problemas nos pés!

 

Fonte: feetforlife.org

 

Temas: , , , , Dra Joana Azevedo Podologista


publicado por Dra. Joana Azevedo às 16:13
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Dra. Joana Azevedo
Podologista
Licenciada pela Escola Superior de Saúde do Vale do Ave. Especialização no New York College of Podiatric Medicine (NYCPM). Exerce actividade clínica desde 2003 com cédula profissional nº 128 da Associação Portuguesa de Podologia. Membro fundador do Núcleo de Podologia da ESSVA. Podologista do canal Sapo Saúde desde 2005. Actualmente tem consultórios no Estoril e em Oeiras.

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Consultórios:

Clínica Parque do Estoril - Grupo Cordeiro Saúde
Tel. 219236381
Av. Aida, 153 Lj - 2765-187 Estoril
(em frente ao jardim do casino, a 50m da estação da CP do Estoril)

Clínica Navegantes
Tel. 214412533
Av. Dr. Francisco Sá Carneiro, 14A 2780-240 Oeiras
(junto da biblioteca de Oeiras e dos SMAS - Serviços Municipalizados de Oeiras)

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