Bem-vindo(a) à Linha Podológica. Aqui poderá expor as suas questões e obter informações úteis sobre Podologia, a ciência da área da saúde humana responsável pela investigação, prevenção, diagnóstico e tratamento dos problemas de saúde do pé e das suas repercussões no corpo humano.

Espero que este blog lhe seja útil!
Este blog foi feito a pensar na saúde e bem-estar dos seus pés. Espero que lhe seja útil! Compostos por 26 ossos, 33 articulações, 20 músculos e mais de 100 ligamentos, os pés são o alicerce de todo o corpo, e é deles que depende o equilíbrio do aparelho locomotor. A saúde e o bem estar dos nossos pés deve ser mais do que uma simples preocupação estética e requer os cuidados especializados de um Podologista.

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Domingo, 4 de Novembro de 2018

Podologia/Podologistas/Podiatras. - Educação para a saúde - Cuidados a ter com os pés no tempo outono, Inverno e primavera

Desde sempre na minha consulta me deparo com as alterações dermatológicas nos pés dos pacientes.
É um facto adquirido que as dermatomicoses ou dermatofitias plantares, provocadas por fungos dermatófitos, são das patologias mais frequentes que nos chegam à consulta de podologia.
Diariamente e cada vez mais, os pacientes recorrem ao Podologista/Podiatra com queixas de comichão nos pés (prurido), bolhas (vesículas), gretas interdigitais (as mais frequentes), maceração, descamação (que no caso das dermatofitias tem uma apresentação característica), entre outras.
Após a anamnese e o contexto clínico adequados, procede-se ao diagnóstico e respetivo tratamento, que pode ser tópico ou sistémico.
Neste contexto o paciente estará clinicamente bem aconselhado e procederá ao respetivo tratamento.
Contudo é prática corrente na consulta de podologia a intervenção do Podologista/Podiatra ser mais completa e neste sentido o aconselhamento dos cuidados a ter, ou as mudanças a realizar nos seus hábitos do cotidiano são de extrema importância para que a patologia possa ser erradicada.
A Educação para a saúde faz parte do âmbito e do contexto clínico da consulta de podologia, nomeadamente para a contribuição da prevenção e tratamento do pé, após o diagnóstico e tratamento recomendado.
Neste contexto e uma vez que em Portugal já é outono, deixo alguns conselhos para prevenir alterações nefastas aos seus pés e manter a saúde e bem estar dos mesmos.

Educação para a Saúde, cuidados a ter com os pés no inverno:

-Secar bem os pés e espaços entre os dedos, desta forma evitamos que passe humidade desnecessária para o calçado,
-Usar meias de fibras naturais como o algodão, a lã,
-Alternar diariamente o calçado, para que areje e seque do uso a que foi submetido.
Nota: se só usa um modelo de sapato, o melhor será alternar o modelo de sapato para que o pé não se molde e deforme à configuração do mesmo.
Mas se por exemplo só usa ténis poderá ter mais do que um par de ténis para que possa alternar e arejar o calçado e assim manter a higiene dos mesmos. O mesmo se aplica ao calçado em geral, deve trocar de calçado diariamente.
- Um conselho que dou aos meus pacientes é tirarem os sapatos e trocarem de meias assim que chegam a casa, este hábito é muito importante, pois após nos descalçarmos as meias estão húmidas e se não as trocarmos irão secar em contacto com a pele dos pés, o que faz com que a humidade passe para os pés, promovendo o meio ambiente favorável ao desenvolvimento dos fungos.
Para quem sofre de excesso de transpiração (hiperhidrose), costumo aconselhar a trocarem de meias a meio do dia, é um hábito simples, que faz toda a diferença.
Com estes hábitos, também evitamos o mau cheiro (bromohidrose) muitas vezes provocado pelo excesso de transpiração (hiperhidrose, que favorece o desenvolvimento de microorganismos capazes de provocar este tipo de reação.
Costumo dizer é melhor para a saúde do pé secar muito bem os pés e mantê-los secos e arejados, do que lavar excessivamente.
É bem agradável perceber que até as crianças se habituam bem e gostam destes hábitos. Partilho uma curiosidade lá de casa, quando chegamos a casa, os meus filhos pequenos, são muitas vezes os primeiros a dizer: ‘mamã é para tirar os sapatos e as meias.’ ;)


Joana Azevedo Podologista/Podiatra

Membro da Associação Portuguesa de Podologia
AECP e AEMIS

Responsável pela Linha Podologia Canal sapo saúde

Membro fundador do Núcleo de Podologia da ESSVA
Voluntária e co-organizadora do Podofatima, assistência ao peregrino
Licenciada pela CESPU
Estágio Hospitalar no Hospital Nossa Senhora de Oliveira - Guimarães
Especialização em Cirurgia de Antepé NYCPM New York College of Podiatric Medicine
Cirurgia Maior de Pé e Tornozelo Universidade Católica S. Vicente Martir
Responsável pela consulta de Podologia na Clinica Parque do Estoril-Grupo Cordeiro Saúde


Mãe e cuidadora!!!


publicado por Dra. Joana Azevedo às 16:24

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Podologia/Podologistas/Podiatras

Infeções da pele - celulite – diagnóstico/diagnóstico diferencial/tratamento

 

O corpo humano está protegido externamente pela pele e este órgão tem sido objeto de estudo constante. As suas principais funções são específicas de acordo com cada região do corpo; e as estruturas que a compõem variam de acordo com a zona anatómica.

É um tecido altamente dinâmico com capacidade de resposta. A função primordial é a proteção do organismo, impedindo a fuga de fluidos plasmáticos e a penetração de elementos ambientais perigosos. Este papel protetor está assegurado pela camada mais externa da pele a epiderme constituída por um epitélio estratificado pavimentoso queratinizado. A célula principal é o queratinócito, que produz a queratina, sendo esta proteína resistente e impermeável responsável pela proteção. A derme é constituída por tecido conjuntivo que sustenta a epiderme.

A um nível mais profundo encontra-se a hipoderme constituída por adipócitos separados por delicados septos de colagénio com estruturas nervosas, vasculares e linfáticas.

Fenómenos simples como a transpiração e piloereção por exemplo estão relacionados com a regulação térmica de forma central. A pele e as mucosas estabelecem limite até mesmo entre o que é permitido ou não interagir com o organismo. Quando detetam agentes agressores, são responsáveis por desencadear inúmeros fenómenos biológicos envolvidos com a ativação do sistema imune, libertação de mediadores químicos, mudanças estruturais do tecido e diversas interações celulares e moleculares e juntas estas interações apresentam danos expressivos. Se o dano é persistente, ocorre o comprometimento do tecido, especialmente da camada córnea. A infeção cutânea surge frequentemente na sequência da rutura da integridade da epiderme e instala-se com a invasão da derme e do tecido celular sub-cutâneo pelo agente patogénico e os mecanismos inflamatórios são solicitados como resposta à invasão.

Assim as infeções dos tecidos moles são caracterizadas por inflamação aguda, difusa, edematosa, supurativa e disseminada e estão frequentemente associados sintomas sistémicos como mal-estar, febre e arrepios. Quando o atingimento é mais profundo pode resultar em necrose dos tecidos requerendo o desbridamento cirúrgico extensivo.

A inflamação decorre da resposta geral e inespecífica do tecido vascularizado à agressão externa, no caso de contacto da pele com agentes patogénicos que desencadeiam uma infeção dos tecidos moles; uma das condições patológicas desencadeada pode ser denominada de celulite se atingir a derme profunda e o tecido subcutâneo e nem sempre é clara a distinção entre tecido infetado e não infetado.

S.aureus e estreptococos do grupo A são os agentes etiológicos mais comuns da celulite, mas ocasionalmente bactérias como Haemophilus influenzae, bacilos Gram-negativos e ainda fungos como Cryptococcus neoformans podem estar implicados na celulite. As portas de entrada dos agentes patogénicos estão favorecidas na presença de fissuras interdigitais da tinha dos pés, cortes na pele, picadas de inseto, insuficiência venosa crónica, síndrome nefrótica, úlceras no membro inferior, úlceras de pressão, linfaedema associado à drenagem linfática anormal, diabetes, obesidade, doença hepática, excesso de álcool, feridas cirúrgicas, queimaduras, uso de drogas por via endovenosa e há casos em que a porta de entrada não é aparente e não são evidentes os focos locais ou distantes da infeção. Por outro lado os agentes patogénicos transportados pelo sangue que causam celulite são: Streptococcus pneumoniae, Vibrio vulnificus e Criptococcus neoformans.

Com a instalação da infeção, os pacientes têm maior risco de propagação linfática e hematogénea, a evolução pode decorrer de forma muito rápida e as alterações como edema, eritema, aumento da temperatura local e dor, associados a vários graus de sintomas sistémicos resultantes exatamente da disseminação da infeção.

O diagnóstico diferencial auxilia na exclusão: Dermatite atópica, urticária, erisipela, reação inflamatória a picadas de insetos e tromboflebite superficial.

O tratamento é aplicado de acordo com o grau de celulite presente, sendo as medidas locais o repouso, imobilização e elevação da área para reduzir o edema e é fundamental o tratamento concomitante das “portas de entrada”, habitualmente tinha interdigital ou pequenas soluções de continuidade nos pés. Se a infeção é ligeira a moderada é utilizada antibioterapia oral. Na infeção grave é utilizada antibioterapia endovenosa.

 

Texto retirado da apresentação da Dr.ª Fátima Carvalho do centro clinico do pé no XIII Congresso Nacional de Podologia, Porto Portugal 25 e 26 de Maio 2018.


publicado por Dra. Joana Azevedo às 15:23

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Podologia/Podologistas/Podiatras - Nutrição Vs Pés

COMO A NUTRIÇÃO AFETA OS SEUS PÉS

 

Sabia que a sua alimentação interfere com a saúde dos seus pés?

Quando se fala em nutrição e na sua saúde, a maioria das pessoas só associa o que come à perda de peso no entanto e segundo Sherri Greene, DPM (Podologista em Nova Yorque), alguns alimentos que contém muito açúcar, grãos refinados, gorduras trans e muitos produtos assados e junk foods, a gordura saturada na carne vermelha e as gorduras ómega 6 presentes em muitos óleos vegetais; como o milho soja e óleos de girassol favorecem o aparecimento de inflamação do tecido e esta inflamação pode afetar a saúde dos seus pés nomeadamente favorecer o aparecimento de fasceite plantar, provocando dor na parte inferior do pé, no calcanhar ou no ante- pé.

Por outro lado existem cada vez mais indivíduos com alergias ao trigo o que por si só já provoca inflamação do tecido e ao comerem alimentos que favoreçam a subida de açúcar no sangue vão aumentar a inflamação. Assim seguir uma dieta saudável pode fornecer benefícios anti-inflamatórios para os seus pés e a sua saúde no geral. Isso inclui comer mais vegetais verdes e frescos e cortar alimentos de grãos refinados e doces açucarados.

PÉS E NUTRIÇÃO: OUTRAS CONECÇÕES DE SAUDE

Algumas patologias tais como: doença arterial periférica e a diabetes podem alterar os pés pois as artérias que trazem o sangue para as extremidades inferiores ficam danificadas ao longo do tempo, uma boa alimentação favorece uma boa permeabilidade arterial protegendo assim os pés de possíveis complicações como por exemplo a amputação.

Se você é diabético deve seguir uma dieta saudável, rica em grãos integrais, feijão, legumes e frutas, carnes magras e uma quantidade limitada de gorduras e doces no entanto se não é diabético nem apresenta nenhum problema de saúde deve seguir sempre uma dieta saudável para não padecer de doença inflamatória.

Deve consultar um Podologista (www.centroclinicodope.pt), pelo menos uma vez por ano; uma vez que os pés são a base de apoio, de equilíbrio e de funcionamento do corpo humano. No entanto, as estatísticas indicam que 80% da população adulta sofre de algum tipo de problema podológico ou podiátrico. As doenças dos pés não afetam só os pés, mas todo o individuo, designadamente a sua qualidade de vida e a sua capacidade de trabalho.

Nunca se esqueça: Os seus pés estão ligados ao resto do corpo.

Fonte: Artigo cedido pela ilustre colega Dra Fatima Lopes Carvalho, responsável pelo Centro Clinico do Pé.


publicado por Dra. Joana Azevedo às 15:00

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Quinta-feira, 8 de Março de 2018

Feliz dia da Mulher! Obrigada ao Jornal de Noticias Cascais pelo convite para tão bonita entrevista!

 

A todos os leitores e utilizadores desta linha fica a necessidade de informar que atualmente a Podologia, aguarda a formalização do enquadramento meritoso em medicina podiatrica que é o que todos nós podologistas e ou podiatras somos, bem como nosso companheiros e amigos de Espanha que se denominam podologos.


publicado por Dra. Joana Azevedo às 18:26

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Sexta-feira, 29 de Dezembro de 2017

Podologia, podologistas/Podiatras. Educação para a Saúde - Cuidados a ter com os pés no Inverno

Desde sempre na minha consulta me deparo com as alterações dermatológicas nos pés dos pacientes. É um facto adquirido que as dermatomicoses ou dermatofitias plantares, provocadas por fungos dermatofitos, são das patologias mais frequentes que nos chegam à consulta de podologia. Diariamente e cada vez mais, os pacientes recorrem ao Podologista/Podiatra com queixas de comichão nos pés (prurido), bolhas (vesículas), gretas interdigitais (as mais frequentes), maceração, descamação (que no caso das dermatofitias tem uma apresentação característica), entre outras. Após a anamnese e o contexto clínico adequados, procede-se ao diagnóstico e respetivo tratamento, que pode ser tópico ou sistémico. Neste contexto o paciente estará clinicamente bem aconselhado e procederá ao respetivo tratamento. Contudo é prática corrente na consulta de podologia a intervenção do Podologista/Podiatra ser mais completa e neste sentido o aconselhamento dos cuidados a ter, ou as mudanças a realizar nos seus hábitos do cotidiano são de extrema importância para que a patologia possa ser erradicada. A Educação para a saúde faz parte do âmbito e do contexto clínico da consulta de podologia, nomeadamente para a contribuição da prevenção e tratamento do pé, após o diagnóstico e tratamento recomendado. Neste contexto e uma vez que em Portugal já estamos no inverno, deixo alguns conselhos para prevenir alterações nefastas aos seus pés e manter a saúde e bem estar dos mesmos. Educação para a Saúde, cuidados a ter com os pés no inverno: -Secar bem os pés e espaços entre os dedos, desta forma evitamos que passe humidade desnecessária para o calçado, Usar meias de fibras naturais como o algodão, a lã, - Alternar diariamente o calçado, para que areje e seque do uso a que foi submetido. Nota: se só usa um modelo de sapato, o melhor será alternar o modelo de sapato para que o pé não se deforme à configuração do mesmo. Mas se por exemplo só usa ténis poderá ter mais do que um par de ténis para que possa alternar e arejar o calçado e assim manter a higiene dos mesmos. - Um conselho que dou aos meus pacientes é tirarem os sapatos e trocarem de meias assim que chegam a casa, este hábito é muito importante, pois após nos descalçarmos as meias estão húmidas e se não as trocarmos irão secar em contacto com a pele dos pés, o que faz com que a humidade passe para os pés, promovendo o meio ambiente favorável ao desenvolvimento dos fungos. Para quem sofre de excesso de transpiração (hiperhidrose), costumo aconselhar a trocarem de meias a meio do dia, é um hábito simples, que faz toda a diferença. Com estes hábitos, também evitamos o mau cheiro (bromohidrose) muitas vezes provocado pelo excesso de transpiração, que favorece o desenvolvimento de microorganismos capazes de provocar este tipo de reação. Costumo dizer é melhor para a saúde do pé secar muito bem os pés e mantê-lo-á secos e arejados, do que lavar excessivamente. É bem agradável perceber que até as crianças se habituam bem e gostam destes hábitos. Partilho uma curiosidade lá de casa, quando chegamos a casa, os meus filhos pequenos, são muitas vezes os primeiros a dizer: ‘mamã é para tirar os sapatos e as meias.’ ;) Joana Azevedo Podologista Especialização em Cirurgia de Antepé NYCPM New york College of Podiatric Medicine Instituto Ciência e Saúde de Cascais‭|Tel:916216292‬ Clínica Parque do Estoril|Tel: 219238381 Clínica Navegantes Oeiras|Tel: 214412533 Responsável pela Linha Podologia Canal Sapo Saúde podologia.sapo.pt


publicado por Dra. Joana Azevedo às 11:59

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Quinta-feira, 31 de Agosto de 2017

Podologia, Podologistas/Podiatras, Esporão Calcâneo

O Esporão do calcâneo é caracterizado como uma dor no calcanhar.

Geralmente é o resultado de uma alteração biomecânica na marcha ou na corrida, mas pode também ser causada por lesões ou contusões, bem como uso inadequado ou desgaste do calçado, assim como o excesso de peso.

Trata-se de um crescimento ósseo na parte inferior do osso do calcanhar.

O esporão, visível por raio-X, aparece como uma protuberância que pode se estender para a frente cerca de 2cm.

Para evitar a dor no calcanhar deve ter em atenção os seguintes cuidados:

Usar sapatos que se adaptam bem ao pé, com uma adequada absorção de impacto,
Usar calçado apropriado a cada atividade,
Não usar sapatos totalmente rasos nem com desgaste excessivo,
Preparar-se adequadamente antes do exercício físico.
Aquecer e fazer exercícios de alongamentos antes e depois da corrida,
Não subestimar a necessidade do seu corpo para o descanso,
Perder peso, em caso de obesidade

A consulta de podologia disponibiliza diferentes tratamos conforme a necessidade do caso.
Tratamentos biomecânicos, tratamentos por agentes físicos ou tratamentos cirúrgicos, são algumas das opções recomendadas para estes casos.

Texto adaptado de artigo escrito pela ilustre colega Dra Joana Rodrigues


publicado por Dra. Joana Azevedo às 12:14

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Quinta-feira, 9 de Março de 2017

XXII Jornadas Científicas de Podologia

 

 

DIVENDRES 31 DE MARÇ / VIERNES 31 DE MARZO

Dia 31 de març de 2017

09.00 - 09.30 h Lliurament de documentació / Entrega de documentación

09.45 - 11.00 h Taula de debat / Mesa de debate

TEORIA DE ESTRÈS DE TEIXITS APLICAT A LA ORTOPODOLOGIA /

TEORIA DE ESTRÉS DE TEJIDOS APLICADO A LA ORTOPODOLOGÍA

Enfoc en el Tractament de Metatarsàlgies i Talàlgies /

Enfoque en el Tratamiento de Metatarsalgias y Talagias

Ponents / Ponentes: Dr. Angel Manuel Orejana García

Dr. Javier Pascual Huerta

Moderador / Moderador: Dr. Baldiri Prats Climent

11.00 - 11.30 h Inauguració XXIII Jornades Científiques de Podologia /

Inauguración XXIII Jornadas Científicas de Podología

Entrega premi Lleonard Escachs / Entrega premio Lleonard Escachs

11.30 - 12.00 h Visita exposició comercial / Visita exposición comercial

Coffee break

12.00 - 14.00 h Taula de debat / Mesa de debate

PATOMECÀNICA I TRACTAMENTS CONSERVADORS

Ponents / Ponentes: Dr. David Armstrong DPM. MD. PhD.

Dr. Alan Banks DPM. MD. PhD,

Biomecànica de primer radio /

Biomecánica de primer radio

Moderador / Moderador: Dr. Carles Verges Salas

14.00 - 16.00 h Dinar / Comida

16.00 - 18.00 h Taula de debat / Mesa de debate: CIRURGIA / CIRUGÍA

Ponents / Ponentes: Dr. Alan Banks DPM. MD. PhD,

Cirurgia de radis centrals / Cirugía de radios centrales

Dr. David Armstrong DPM. MD. PhD.,

Cirurgia en peu Diabètic / Cirugía en pie Diabético

Moderador / Moderador: DP. Lluis Castillo Sánchez

18.00 - 18.30 h Visita exposició comercial / Visita exposición comercial

DISSABTE 1 D’ABRIL / SÁBADO 1 DE ABRIL

17.30 - 18.15 h Taller de Biomecànica aplicada a l’esport /

Taller de Biomecánica aplicada al deporte

Patrocina Bioval- Canpeu

(Per rigorós ordre d’inscripció / por riguroso orden de inscripción)

18.15 - 19.00 h Taller Aplicacions del làser en podologia /

Taller Aplicaciones del láser en podología

Patrocina Inter Medic, Catalana de Podologia

(Per rigorós ordre d’inscripció / por riguroso orden de inscripción)

Dia 1 d’abril de 2017

09.00 - 10.00 h Conferències lliures / Conferencias libres

Efecte de les Hiperqueratosis en les pressions plantars

i el dolor en pacients de la 3a edat /

Efecto de las Hiperqueratosis en las presiones plantares

y el dolor en pacientes de la 3ª edat

Ponent / Ponente: GP. Caleb Araguas Garcia

Sarcoma fibroblastic mixoinflamatori /

Sarcoma fibroblástico mixoinflamatorio

Ponent / Ponente: DP. Daniel Mayral Esteban

Viabilitat de tractament del peu bot en països en desenvolupament /

Viabilidad del tratamiento del pie zambo en países en desarrollo

Ponent / Ponente: GP. Marta Vinyals Rodrígueza

Fascitis plantar: Tractament mitjançant electròlisi percutània terapèutica /

Fascitis plantar: Tratamiento mediante electrolisis percutánea terapéutica

Ponent / Ponente: GP. Alejandro Bayo

Moderador / Moderador: DP. Xavier Ortas Deunosajut

10.00 - 11.00 h Taula de debat / Mesa de debate: DERMATOLOGIA / DERMATOLOGÍA

Patrocina Laboratorios Isdin, Reig Jofre

Antimicòtics orals, qué, com i quan? /

Antimicóticos orales, ¿qué, cómo y cuándo?

Ponent / Ponente: Dr. Antonio Jesus Zalacain Vicuña

Dermatologia Podològica en Pediatria /

Dermatología Podológica en Pediatría

Ponent / Ponente: Dra. Maribel Iglesias Sancho

Moderador / Moderador: DP. Lluis Miquel Riu Gispert

11.00 - 11.30 h Visita cases Comercials / Visita casas Comerciales

11.30 - 12.15 h Anàlisis del calçat esportiu / Análisis del calzado deportivo

Patrocina Nike

Ponent / Ponente: Alvaro del Pozo

12.15 - 14.00 h Conferències lliures i Treballs Fi de Grau Promoció 2012-2016 /

Conferencias libres y trabajos de Fin de Grado Promoción 2012-2016

Integració del podòleg dins dels equips multidisciplinars d’atenció primària

a Catalunya: Estudi de les necessitats podològiques de la població /

Integración del podólogo dentro de los equipos multidisciplinares

de atención primaria en Cataluña: Estudio de las necesidades podológicas

de la población

Ponent / Ponente: GP. Elena Subero Tomás

Cirurgia del avant-peu supinat / Cirugía del ante-pie supina

Ponent / Ponente: DP. Jordi Mayral Esteban

Artròdesis metatars-falangica percutània en el hallux rígid sever.

Anàlisi de la tècnica i resultats /

Artrodesis metatarso-falángica percutánea en el hallux rígido severo.

Análisis de la técnica y resultados

Ponent / Ponente: DP. Bernat Cabestany Perich

Noves aportacions de la medicina biorreguladora a la podologia /

Nuevas aportaciones de la medicina biorreguladora a la podología

Ponent / Ponente: DP. Ignasi Beltrán Ruiz

Relació entre la posició del peu i paràmetres cinemàtics de la carrera /

Relación entre la posición del pie y parámetros cinemáticos de la carrera

Ponent / Ponente: GP. Óscar Hernandez Gervilla

Moderador / Moderador: DP. Manel Pérez Quirós

Treball fi de Grau UManresa. Eficàcia de la toxina botulínica tipus A com

a tractament de la hiperhidrosi plantar primària /

Trabajo fin de Grado UManresa. Eficacia de la toxina botulínica tipo A como

tratamiento de la hiperhidrosis plantar primaria

Ponent / Ponente: GP. Alba Camacho Pinsach

Treball fi de Grau UB. Tractament de la fascitis plantar: Anàlisis comparatiu

del us del làser front les infiltracions amb corticoides /

 

 

 

 


publicado por Dra. Joana Azevedo às 15:25

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Segunda-feira, 21 de Novembro de 2016

Podologia, Podologistas/Podiatras - Entorses do tornozelo

 

     As entorses do tornozelo são muito frequentes, representam 38 a 45% de todas as lesões no desporto (EUA).

Podem ter evolução espontânea para a cura, contudo em alguns casos é necessária uma atenção especial de forma a evitar sequelas, pois o principal fator predisponente da entorse é a história de entorses prévias desta articulação.

É frequente pacientes que praticam desporto; serem aconselhados, a comprar calçado desportivo de controlo de pronação no caso de pé plano, ou controlo de supinação no caso de pé cavo, baseados na forma estática do pé, o que não é correto pois a necessidade de compensações depende do comportamento de todo o membro inferior também em dinâmica e neste caso durante a corrida.

COMO SE DESENVOLVE UMA ENTORSE?

A entorse do tornozelo é descrita por vários autores (Safran MR, Benedetti RS…) 'um traumatismo em inversão excessiva, com supinação, rotação interna e flexão plantar do complexo articular tornozelo-pé'.

As estruturas ligamentares envolvidas são ligamento peróneo-astragalino anterior (LPAA), a região antero-lateral da cápsula articular, o ligamento calcâneo-peroneal ( LPC) e o ligamento peróneo-astragalino posterior.

A gravidade da entorse está relacionada com o número de elementos ligamentares atingidos e é habitualmente classificada em três graus:

GRAU I · Dor e edema localizado dos tecidos moles · Sem instabilidade mecânica · Estiramento de algumas fibras do ligamento LPAA.

Tratamento: seguem-se as normas R.I.C.E.

Rest – repouso não efetuar carga.

Ice- Aplicação de frio.

Compression - imobilização com ligaduras.

Elevation elevar o tornozelo acima do nível do coração por 48h.

GRAU II · Perda funcional parcial, com dor para carga · Instabilidade moderada · Rutura do LPAA e rutura parcial do LPC

Tratamento: aplicar as normas anteriores (R.I.C.E.) e é frequente a aplicação de uma tala gessada ou uma ortótese apropriada imobilizando o membro.

GRAU III · Edema exuberante, equimose · Grande instabilidade e impotência funcional total · Rutura completa dos LPAA e LPC

Tratamento: cirúrgico para efetuar a reparação de ligamento.

Estas lesões podem representar um problema real em termos de saúde pública; sendo assim preponderante desenvolverem-se abordagens corretivas e programas de prevenção adequados; nesta perspetiva; o podologista efetua a anamnese e exame físico onde são pesquisados os dados pessoais: idade, estatura, peso, tipo de calçado, atividade profissional e desportiva a análise do pé através da inspeção, estudo da mobilidade articular, palpação de pontos dolorosos e pesquisa de movimentos anormais e a avaliação de fatores de risco como: dismetria dos membros inferiores; insuficiência peroneal; laxidez ligamentar; pé equino; calcâneo varo, instabilidade crónica do tornozelo e/ou outras alterações biomecânicas associadas.

Fonte: texto adaptado: www.centroclinicodope. Dra Fátima Lopes Carvalho, Podologista


publicado por Dra. Joana Azevedo às 10:28

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Quarta-feira, 25 de Maio de 2016

Unha Encravada – Onicocriptose

O que é?

Quando a unha penetra na carne junto ao dedo estamos perante uma unha encravada.

A pele forma uma barreira, mas como a unha não pára de crescer e é mais dura, penetra na pele causando dor e inflamação. Nos casos mais severos pode originar infecção com pus e sangramento.

De uma forma geral é mais frequente afectarem o primeiro dedo, mas podem afectar os outros dedos também.

 

Qual é a causa?

 O mau corte: corte excessivamente curto das unhas ou cortar os cantos é a principal causa de unha encravada.

Pessoas activas e desportistas são particularmente atreitas a sofrerem de unha encravada, porque transpiram mais (o que facilita o amolecimento e a quebra das unhas), também estão mais sujeitas a traumatismos e micro traumatismos capazes de lesarem as unhas.

Os jovens que mexem mais nas suas unhas têm mais probabilidade de adquirirem unha encravada, do que as pessoas mais velhas, que não conseguem alcançar os seus pés facilmente.

As pessoas mais velhas que têm unhas muito grossas ou afectadas por fungos, são mais sujeitas a terem unha encravada.

Sapatos e meias apertados podem também empurrar a carne dos dedos junto das unhas, levando a que encravem na pele.

Excesso de transpiração e não mudar o tipo de calçado, concentra mais humidade, o que torna as unhas mais moles e por isso partem mais ficando mais sujeitas a encravar.

Existem outros factores tais como a postura, a forma como anda, deformações do pé como o joanete, dedos em garra ou em martelo, pronação excessiva do pé (queda do pé para dentro), entre outros.

 

Pode ser grave!

 Se deixarmos a unha encravada sem tratamento, a infecção pode alastrar a outras zonas do pé. Quanto mais rapidamente tratar a unha encravada menos a infecção se instala e menos dor tem com o tratamento.

 

O que posso fazer?

 Em primeiro lugar deve aprender a cortar as unhas de forma correcta. Não deve usar corta unhas, nem tesouras, pois não têm formatos de corte apropriados para os dedos e podem cortar excessivamente a unha ou até cortar a carne.

O melhor é usar um alicate de pontas rectas.

Devemos cortar as unhas de forma recta sem cortar ou arredondar os cantos. Os cantos das unhas devem permanecer visíveis e passar por cima da carne.

As unhas devem ser cortadas depois do banho quando estão mais finas e suaves.

Uma boa higiene, como trocar de meias todos os dias, optar por meias de fibras naturais como o algodão, ajudam a manter a integridade das unhas.

No verão use o mais possível sapatos abertos e arejados ou sandálias.

Se é diabético não faça auto tratamentos, como desencravar as unhas a si próprio.

 

O que o podologista pode fazer por si?

Se a unha encravada não for grave o tratamento passa pela simples remoção da espícula, desinfecção e assepsia do local.

Se houver infecção (granuloma) poderá ser necessário a aplicação ou toma de um antibiótico e ou antininflamatório. 

 

Pode não se tratar de uma verdadeira unha encravada, mas sim de helomas periungueais (calos que crescem junto da unha), se assim for o podologista procede à remoção dos calos e se a unha estiver grossa ou encurvada, poderá rebaixá-la e direccioná-la.

 

Quando a unha encravada se torna crónica e de difícil resolução com os tratamentos mencionados, o seu Podologista/Podiatra poderá recomendar que faça uma correcção cirúrgica da unha. Trata-se de um processo de reeducação ungueal definitivo que remove entre 8 a 10% da unha. Deixando-a normalizada, sem possibilidade de encravar.

 
O arrancamento total da unha pode provocar alterações na matriz ungueal que frequentemente provocam deformações ou ausência definitivas da lâmina ungueal.

Após o arrancamento de uma unha os tecidos dos bordos periungueais podem 'invadir' o espaço da lâmina ungueal, que quando nasce novamente encrava ainda mais facilmente.


 

 O arrancamento ou ablação total da unha são totalmente desaconselhados, excepto em situações especiais como em casos de neoplasias, infecções fúngicas com descolamento da lâmina ungueal entre outras.

 

Joana Azevedo,

 Podologista

publicado por Dra. Joana Azevedo às 14:16

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Quinta-feira, 19 de Maio de 2016

Podologia, Podologistas/Podiatras - onicomicoses - Novo tratamento laser para fungos nas unhas

As onicomicoses (micoses que afectam as unhas), devem-se à presença de fungos nas unhas que, tal como na pele, originam alterações no local onde se encontram.

 
Nas unhas é frequente observarmos que estas ficam mais grossas, com aspecto envelhecido, com coloração diferente, que pode ser esbranquiçada, amarelada, etc. Pode apresentar-se descolada do leito, ou apresentar depósitos “farinhentos” que frequentemente cheiram mal.
Com o avançar da patologia é frequente a unha encravar. Em estados avançados da doença o crescente engrossamento da lâmina ungueal pode dificultar o uso de sapatos fechados podendo provocar dores e mal estar constantes.
 
O tratamento local desta patologia não é complicado nem doloroso se tratado por um podologista. Na maioria das vezes demora entre 6 e 8 meses. Nos casos mais avançados pode demorar um ano ou mais até à cura completa. Nos estados iniciais de onicomicose pode demorar menos de 6 meses, mas são casos mais raros.
 
Este é o tempo necessário para que a unha cresça na totalidade, já que cresce apenas cerca de 2mm por mês e é fundamental manter o tratamento até à completa substituição/regeneração da unha afectada.
 
O tratamento só é eficaz se juntamente com o tratamento farmacológico forem feitos tratamentos podológicos mensais, bimensais ou trimensais dependendo do grau de afectação das unhas.
 
Os tratamentos de onicomicose consistem no rebaixamento das unhas, procedimentos de limpeza e reeducação ungueal, este último processo é fundamental para garantir o correcto crescimento da unha sem que encrave ou perca o seu trajecto e configuração normais.
O arrancamento das unhas bem como a eliminação da matriz para que a unha não cresça mais (matricectomia total), não são tratamentos de eleição para este tipo de patologia.
 
 Este é um processo que requer técnicas e meios específicos, pelo que o recurso a um podologista é fundamental para que possa receber o tratamento adequado, ser esclarecido e aconselhado sobre o tratamento que deverá seguir em casa de forma continuada até ao fim do tratamento.

O tratamento com antifúngico tópico passa pela aplicação do tratamento, em forma de verniz, creme ou spray, nas unhas afetadas. Normalmente eficaz em infeções iniciais. Em unhas muito afetadas não é eficaz, principalmente se o fungo já atingiu a matriz ungueal- células que produzem a unha. A absorção do tratamento por parte da unha é reduzida.

Atualmente existem tratamentos a Laser, que permitem diminuir substancialmente o tempo de tratamento. São tratamentos inovadores e uma alternativa eficaz, indolor, sem efeitos secundários e rápida para o tratamento da onicomicose.

Tratamento a Laser para fungos nas unhas (onicomicose)

Habitualmente o tratamento a laser é feito em 3 sessões, com intervalos de 15 dias a 1 mês entre elas.
Ensaios clínicos demonstram que após o primeiro procedimento, mais de 70% dos casos apresentam melhorias, aumentando para 90% a taxa de sucesso do tratamento com mais de 2 sessões.

Vantagens do tratamento a laser:
pode ser realizado em grávidas e no período de amamentação
pode ser realizado em pacientes polimedicados
indolor
resultados rápidos
boa adesão à terapêutica, sem abandonos no decurso do tratamento, por ser bastante rápido.

A clínica Parque do Estoril (219236381) já disponibiliza este tratamento aos seus pacientes.

 

Joana Azevedo

Podologista


publicado por Dra. Joana Azevedo às 13:48

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