Bem-vindo(a) à Linha Podológica. Aqui poderá expor as suas questões e obter informações úteis sobre Podologia, a ciência da área da saúde humana responsável pela investigação, prevenção, diagnóstico e tratamento dos problemas de saúde do pé e das suas repercussões no corpo humano.

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Este blog foi feito a pensar na saúde e bem-estar dos seus pés. Espero que lhe seja útil! Compostos por 26 ossos, 33 articulações, 20 músculos e mais de 100 ligamentos, os pés são o alicerce de todo o corpo, e é deles que depende o equilíbrio do aparelho locomotor. A saúde e o bem estar dos nossos pés deve ser mais do que uma simples preocupação estética e requer os cuidados especializados de um Podologista.
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Sexta-feira, 29 de Dezembro de 2017
Podologia, podologistas. Educação para a Saúde - Cuidados a ter com os pés no Inverno

Desde sempre na minha consulta me deparo com as alterações dermatológicas nos pés dos pacientes. É um facto adquirido que as dermatomicoses ou dermatofitias plantares, provocadas por fungos dermatofitos, são das patologias mais frequentes que nos chegam à consulta de podologia. Diariamente e cada vez mais, os pacientes recorrem ao Podologista/Podiatra com queixas de comichão nos pés (prurido), bolhas (vesículas), gretas interdigitais (as mais frequentes), maceração, descamação (que no caso das dermatofitias tem uma apresentação característica), entre outras. Após a anamnese e o contexto clínico adequados, procede-se ao diagnóstico e respetivo tratamento, que pode ser tópico ou sistémico. Neste contexto o paciente estará clinicamente bem aconselhado e procederá ao respetivo tratamento. Contudo é prática corrente na consulta de podologia a intervenção do Podologista/Podiatra ser mais completa e neste sentido o aconselhamento dos cuidados a ter, ou as mudanças a realizar nos seus hábitos do cotidiano são de extrema importância para que a patologia possa ser erradicada. A Educação para a saúde faz parte do âmbito e do contexto clínico da consulta de podologia, nomeadamente para a contribuição da prevenção e tratamento do pé, após o diagnóstico e tratamento recomendado. Neste contexto e uma vez que em Portugal já estamos no inverno, deixo alguns conselhos para prevenir alterações nefastas aos seus pés e manter a saúde e bem estar dos mesmos. Educação para a Saúde, cuidados a ter com os pés no inverno: -Secar bem os pés e espaços entre os dedos, desta forma evitamos que passe humidade desnecessária para o calçado, Usar meias de fibras naturais como o algodão, a lã, - Alternar diariamente o calçado, para que areje e seque do uso a que foi submetido. Nota: se só usa um modelo de sapato, o melhor será alternar o modelo de sapato para que o pé não se deforme à configuração do mesmo. Mas se por exemplo só usa ténis poderá ter mais do que um par de ténis para que possa alternar e arejar o calçado e assim manter a higiene dos mesmos. - Um conselho que dou aos meus pacientes é tirarem os sapatos e trocarem de meias assim que chegam a casa, este hábito é muito importante, pois após nos descalçarmos as meias estão húmidas e se não as trocarmos irão secar em contacto com a pele dos pés, o que faz com que a humidade passe para os pés, promovendo o meio ambiente favorável ao desenvolvimento dos fungos. Para quem sofre de excesso de transpiração (hiperhidrose), costumo aconselhar a trocarem de meias a meio do dia, é um hábito simples, que faz toda a diferença. Com estes hábitos, também evitamos o mau cheiro (bromohidrose) muitas vezes provocado pelo excesso de transpiração, que favorece o desenvolvimento de microorganismos capazes de provocar este tipo de reação. Costumo dizer é melhor para a saúde do pé secar muito bem os pés e mantê-lo-á secos e arejados, do que lavar excessivamente. É bem agradável perceber que até as crianças se habituam bem e gostam destes hábitos. Partilho uma curiosidade lá de casa, quando chegamos a casa, os meus filhos pequenos, são muitas vezes os primeiros a dizer: ‘mamã é para tirar os sapatos e as meias.’ ;) Joana Azevedo Podologista Especialização em Cirurgia de Antepé NYCPM New york College of Podiatric Medicine Instituto Ciência e Saúde de Cascais‭|Tel:916216292‬ Clínica Parque do Estoril|Tel: 219238381 Clínica Navegantes Oeiras|Tel: 214412533 Responsável pela Linha Podologia Canal Sapo Saúde podologia.sapo.pt



publicado por Dra. Joana Azevedo às 11:59
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Segunda-feira, 21 de Novembro de 2016
Podologia, Podologistas - Entorses do tornozelo

 

     As entorses do tornozelo são muito frequentes, representam 38 a 45% de todas as lesões no desporto (EUA).

Podem ter evolução espontânea para a cura, contudo em alguns casos é necessária uma atenção especial de forma a evitar sequelas, pois o principal fator predisponente da entorse é a história de entorses prévias desta articulação.

É frequente pacientes que praticam desporto; serem aconselhados, a comprar calçado desportivo de controlo de pronação no caso de pé plano, ou controlo de supinação no caso de pé cavo, baseados na forma estática do pé, o que não é correto pois a necessidade de compensações depende do comportamento de todo o membro inferior também em dinâmica e neste caso durante a corrida.

COMO SE DESENVOLVE UMA ENTORSE?

A entorse do tornozelo é descrita por vários autores (Safran MR, Benedetti RS…) 'um traumatismo em inversão excessiva, com supinação, rotação interna e flexão plantar do complexo articular tornozelo-pé'.

As estruturas ligamentares envolvidas são ligamento peróneo-astragalino anterior (LPAA), a região antero-lateral da cápsula articular, o ligamento calcâneo-peroneal ( LPC) e o ligamento peróneo-astragalino posterior.

A gravidade da entorse está relacionada com o número de elementos ligamentares atingidos e é habitualmente classificada em três graus:

GRAU I · Dor e edema localizado dos tecidos moles · Sem instabilidade mecânica · Estiramento de algumas fibras do ligamento LPAA.

Tratamento: seguem-se as normas R.I.C.E.

Rest – repouso não efetuar carga.

Ice- Aplicação de frio.

Compression - imobilização com ligaduras.

Elevation elevar o tornozelo acima do nível do coração por 48h.

GRAU II · Perda funcional parcial, com dor para carga · Instabilidade moderada · Rutura do LPAA e rutura parcial do LPC

Tratamento: aplicar as normas anteriores (R.I.C.E.) e é frequente a aplicação de uma tala gessada ou uma ortótese apropriada imobilizando o membro.

GRAU III · Edema exuberante, equimose · Grande instabilidade e impotência funcional total · Rutura completa dos LPAA e LPC

Tratamento: cirúrgico para efetuar a reparação de ligamento.

Estas lesões podem representar um problema real em termos de saúde pública; sendo assim preponderante desenvolverem-se abordagens corretivas e programas de prevenção adequados; nesta perspetiva; o podologista efetua a anamnese e exame físico onde são pesquisados os dados pessoais: idade, estatura, peso, tipo de calçado, atividade profissional e desportiva a análise do pé através da inspeção, estudo da mobilidade articular, palpação de pontos dolorosos e pesquisa de movimentos anormais e a avaliação de fatores de risco como: dismetria dos membros inferiores; insuficiência peroneal; laxidez ligamentar; pé equino; calcâneo varo, instabilidade crónica do tornozelo e/ou outras alterações biomecânicas associadas.

Fonte: texto adaptado: www.centroclinicodope. Dra Fátima Lopes Carvalho, Podologista



publicado por Dra. Joana Azevedo às 10:28
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Quarta-feira, 25 de Maio de 2016
Unha Encravada – Onicocriptose
O que é?

Quando a unha penetra na carne junto ao dedo estamos perante uma unha encravada.

A pele forma uma barreira, mas como a unha não pára de crescer e é mais dura, penetra na pele causando dor e inflamação. Nos casos mais severos pode originar infecção com pus e sangramento.

De uma forma geral é mais frequente afectarem o primeiro dedo, mas podem afectar os outros dedos também.

 

Qual é a causa?

 O mau corte: corte excessivamente curto das unhas ou cortar os cantos é a principal causa de unha encravada.

Pessoas activas e desportistas são particularmente atreitas a sofrerem de unha encravada, porque transpiram mais (o que facilita o amolecimento e a quebra das unhas), também estão mais sujeitas a traumatismos e micro traumatismos capazes de lesarem as unhas.

Os jovens que mexem mais nas suas unhas têm mais probabilidade de adquirirem unha encravada, do que as pessoas mais velhas, que não conseguem alcançar os seus pés facilmente.

As pessoas mais velhas que têm unhas muito grossas ou afectadas por fungos, são mais sujeitas a terem unha encravada.

Sapatos e meias apertados podem também empurrar a carne dos dedos junto das unhas, levando a que encravem na pele.

Excesso de transpiração e não mudar o tipo de calçado, concentra mais humidade, o que torna as unhas mais moles e por isso partem mais ficando mais sujeitas a encravar.

Existem outros factores tais como a postura, a forma como anda, deformações do pé como o joanete, dedos em garra ou em martelo, pronação excessiva do pé (queda do pé para dentro), entre outros.

 

Pode ser grave!

 Se deixarmos a unha encravada sem tratamento, a infecção pode alastrar a outras zonas do pé. Quanto mais rapidamente tratar a unha encravada menos a infecção se instala e menos dor tem com o tratamento.

 

O que posso fazer?

 Em primeiro lugar deve aprender a cortar as unhas de forma correcta. Não deve usar corta unhas, nem tesouras, pois não têm formatos de corte apropriados para os dedos e podem cortar excessivamente a unha ou até cortar a carne.

O melhor é usar um alicate de pontas rectas.

Devemos cortar as unhas de forma recta sem cortar ou arredondar os cantos. Os cantos das unhas devem permanecer visíveis e passar por cima da carne.

As unhas devem ser cortadas depois do banho quando estão mais finas e suaves.

Uma boa higiene, como trocar de meias todos os dias, optar por meias de fibras naturais como o algodão, ajudam a manter a integridade das unhas.

No verão use o mais possível sapatos abertos e arejados ou sandálias.

Se é diabético não faça auto tratamentos, como desencravar as unhas a si próprio.

 

O que o podologista pode fazer por si?

Se a unha encravada não for grave o tratamento passa pela simples remoção da espícula, desinfecção e assepsia do local.

Se houver infecção (granuloma) poderá ser necessário a aplicação ou toma de um antibiótico e ou antininflamatório. 

 

Pode não se tratar de uma verdadeira unha encravada, mas sim de helomas periungueais (calos que crescem junto da unha), se assim for o podologista procede à remoção dos calos e se a unha estiver grossa ou encurvada, poderá rebaixá-la e direccioná-la.

 

Quando a unha encravada se torna crónica e de difícil resolução com os tratamentos mencionados, o seu Podologista/Podiatra poderá recomendar que faça uma correcção cirúrgica da unha. Trata-se de um processo de reeducação ungueal definitivo que remove entre 8 a 10% da unha. Deixando-a normalizada, sem possibilidade de encravar.

 
O arrancamento total da unha pode provocar alterações na matriz ungueal que frequentemente provocam deformações ou ausência definitivas da lâmina ungueal.

Após o arrancamento de uma unha os tecidos dos bordos periungueais podem 'invadir' o espaço da lâmina ungueal, que quando nasce novamente encrava ainda mais facilmente.


 

 O arrancamento ou ablação total da unha são totalmente desaconselhados, excepto em situações especiais como em casos de neoplasias, infecções fúngicas com descolamento da lâmina ungueal entre outras.

 

Joana Azevedo,

 Podologista


publicado por Dra. Joana Azevedo às 14:16
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Quinta-feira, 19 de Maio de 2016
Podologia, Podologistas - onicomicoses - Novo tratamento laser para fungos nas unhas

As onicomicoses (micoses que afectam as unhas), devem-se à presença de fungos nas unhas que, tal como na pele, originam alterações no local onde se encontram.

 
Nas unhas é frequente observarmos que estas ficam mais grossas, com aspecto envelhecido, com coloração diferente, que pode ser esbranquiçada, amarelada, etc. Pode apresentar-se descolada do leito, ou apresentar depósitos “farinhentos” que frequentemente cheiram mal.
Com o avançar da patologia é frequente a unha encravar. Em estados avançados da doença o crescente engrossamento da lâmina ungueal pode dificultar o uso de sapatos fechados podendo provocar dores e mal estar constantes.
 
O tratamento local desta patologia não é complicado nem doloroso se tratado por um podologista. Na maioria das vezes demora entre 6 e 8 meses. Nos casos mais avançados pode demorar um ano ou mais até à cura completa. Nos estados iniciais de onicomicose pode demorar menos de 6 meses, mas são casos mais raros.
 
Este é o tempo necessário para que a unha cresça na totalidade, já que cresce apenas cerca de 2mm por mês e é fundamental manter o tratamento até à completa substituição/regeneração da unha afectada.
 
O tratamento só é eficaz se juntamente com o tratamento farmacológico forem feitos tratamentos podológicos mensais, bimensais ou trimensais dependendo do grau de afectação das unhas.
 
Os tratamentos de onicomicose consistem no rebaixamento das unhas, procedimentos de limpeza e reeducação ungueal, este último processo é fundamental para garantir o correcto crescimento da unha sem que encrave ou perca o seu trajecto e configuração normais.
O arrancamento das unhas bem como a eliminação da matriz para que a unha não cresça mais (matricectomia total), não são tratamentos de eleição para este tipo de patologia.
 
 Este é um processo que requer técnicas e meios específicos, pelo que o recurso a um podologista é fundamental para que possa receber o tratamento adequado, ser esclarecido e aconselhado sobre o tratamento que deverá seguir em casa de forma continuada até ao fim do tratamento.

O tratamento com antifúngico tópico passa pela aplicação do tratamento, em forma de verniz, creme ou spray, nas unhas afetadas. Normalmente eficaz em infeções iniciais. Em unhas muito afetadas não é eficaz, principalmente se o fungo já atingiu a matriz ungueal- células que produzem a unha. A absorção do tratamento por parte da unha é reduzida.

Atualmente existem tratamentos a Laser, que permitem diminuir substancialmente o tempo de tratamento. São tratamentos inovadores e uma alternativa eficaz, indolor, sem efeitos secundários e rápida para o tratamento da onicomicose.

Tratamento a Laser para fungos nas unhas (onicomicose)

Habitualmente o tratamento a laser é feito em 3 sessões, com intervalos de 15 dias a 1 mês entre elas.
Ensaios clínicos demonstram que após o primeiro procedimento, mais de 70% dos casos apresentam melhorias, aumentando para 90% a taxa de sucesso do tratamento com mais de 2 sessões.

Vantagens do tratamento a laser:
pode ser realizado em grávidas e no período de amamentação
pode ser realizado em pacientes polimedicados
indolor
resultados rápidos
boa adesão à terapêutica, sem abandonos no decurso do tratamento, por ser bastante rápido.

A clínica Parque do Estoril (219236381) já disponibiliza este tratamento aos seus pacientes.

 

Joana Azevedo

Podologista



publicado por Dra. Joana Azevedo às 13:48
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Segunda-feira, 2 de Maio de 2016
Podologia, Podologistas - Porque é que os pés incham?

 Caminhar, passar muitas horas sentado numa viagem ou de pé podem desencadear edemas associados à circulação sanguínea geralmente de fácil recuperação mas, com o passar dos anos, as causas podem ser uma insuficiência renal ou cardíaca.

Como o Dr. Vicente Palomo, responsável da Área de Patologia Cardiovascular da Sociedade Espanhola de Médicos Gerais e de Família, explicou ao ABC,  a causa mais comum da inchação dos pés é a insuficiência venosa mas estes edemas surgem mais quando existem varizes, imobilização ou quando se usam meias que comprimem esta zona.

Quando os sintomas são pernas pesadas, ardor, prurido, a pele das extremidades inferiores fica mais fina e mais seca do que o normal e apresenta queda de pelo, o que se conhece como dermatite ocre, existe uma insuficiência venosa, a aparência do pele torna-se um claro indicador para o diagnóstico, destaca o especialista.

Isto acontece muito no verão, por causa do calor. Dá-se uma vasodilatação devido à acumulação de água e sódio no espaço entre as estruturas venosas e a pele.

Diabetes, hipertensão, colesterol e a idade predispõe as pessoas aos edemas, bem como a toma de alguns fármacos vasodilatadores, como os usados em caso de hipertensão. Ainda assim, ficar com os pés inchados é algo comum que afeta muitas mulheres saudáveis.

Mas este excesso de líquidos no organismo também se pode dever a problemas renais ou cardíacos. O coração pode não estar a impulsionar bem o sangue, fazendo com que se acumule nas extremidades inferiores, aumentando a pressão venosa. Os rins também podem não estar a conseguir realizar todo o processo de filtragem, levando à acumulação dos líquidos.

O excesso de líquidos no organismo também se pode dever a uma tromboflebite ou surgir durante a gravidez.

Seguir uma dieta com pouco sódio, não usar roupa apertada, praticar exercício físico, ou duches de água fria podem ajudar a prevenir os edemas.

Fonte: 'noticias ao minuto' Vânia Marinho



publicado por Dra. Joana Azevedo às 10:42
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Dra. Joana Azevedo
Podologista
Licenciada pela Escola Superior de Saúde do Vale do Ave. Especialização no New York College of Podiatric Medicine (NYCPM). Exerce actividade clínica desde 2003 com cédula profissional nº 128 da Associação Portuguesa de Podologia. Membro fundador do Núcleo de Podologia da ESSVA. Podologista do canal Sapo Saúde desde 2005. Actualmente tem consultórios no Estoril e em Oeiras.

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Consultórios:

Clínica Parque do Estoril - Grupo Cordeiro Saúde
Tel. 219236381
Av. Aida, 153 Lj - 2765-187 Estoril
(em frente ao jardim do casino, a 50m da estação da CP do Estoril)

Clínica Navegantes
Tel. 214412533
Av. Dr. Francisco Sá Carneiro, 14A 2780-240 Oeiras
(junto da biblioteca de Oeiras e dos SMAS - Serviços Municipalizados de Oeiras)

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